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Disciplina SADE E SENTIDOS DA VIDA E DA MORTE

Disciplina SAÚDE E SENTIDOS DA VIDA E DA MORTE

Vagas: 30 vagas Medicina graduação

Data: 13 de setembro a  1 de novembro 2017 (Quarta-feira)

Horário 13hs. Às 17hs. Local:  CCS  Bloco A  Sala 11

Professores Eliane Brigida Morais Falcão, Gustavo Oliveira Figuereido, Anderson Nunes Pinto

Contato elianebrigida@uol.com.br

 

Ementa Visão bio-psico-social do ser humano e relações com a saúde e os cuidados do paciente.Visão de mundo, valores e crenças. Culturas, Ciência, Religião, Ateísmo.

Exercício profissional na área da saúde e  condições sócio-históricas que condicionam as relações paciente–equipe de saúde. Sofrimento e enfrentamento dos limites da saúde. Diferentes respostas humanas às situações existenciais que incluem perspectivas de vida e de morte.  Relação paciente/equipe de saúde e atitudes frente a expressões de  religiosidade. Tecnologias das biociências e da conversação, escuta e empatia a serviço da atenção integral nos cuidados de saúde

 

Objetivos da disciplina “ Saúde e Sentidos da Vida e da Morte”

Discutir a visão bio-psico-social do ser humano e  contingências que cercam a saúde, preservação e atendimento profissional.  Relações paciente-equipe de saúde. Sofrimento e enfrentamento de questões de perda de saúde. Diferentes respostas humanas às perspectivas de vida e de morte.

 

Dinâmica das aulas. Discussão de textos, de casos vividos ou testemunhados ou questionados pelos estudantes. E com a participação eventual, como convidados, de professores e profissionais experientes da área de saúde.

 

Avaliação será realizada por trabalhos escritos e freqüência de 75% nas aulas.

 

Bibliografia Básica

Dalgalarrondo, P. Religião, psicopatologia e saúde mental. Porto Alegre: Artmed, 2008.

Elias, N. A solidão dos moribundos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed. 2001

Falcão, E.B.M.  Vianna, F. Médicos e Pacientes entre o sofrimento e a morte. Documentário Gravado, 2013. Disponível Youtube

Falcão, E.; Mendonça, S. Formação médica, ciência e atendimento ao paciente que morre: uma herança em questão. Rev.Bra.de Educ Méd, RJ v.33, n.3, p.364 -373, 2009. 

Geertz, C. A Interpretação Das Culturas. Rio De Janeiro: Ltc, 1989.

Helman, C. Cultura, saúde e doença. Porto Alegre: Artmed, 2009.

James, W. (1995). As Variedades Da Experiência Religiosa: Um Estudo Sobre A Natureza Humana. São Paulo: Cultrix, 1995.

Koenig. H. Medicina, Religião E Saúde: O Encontro Da Ciência E Da  Espiritualidade. Porto Alegre: L&Pm, 2012.

Kovács, Maria. Júlia. Educação Para A Morte. Desafio Na Formação De Profissionais De Saúde E Educação. São Paulo, Sp: Casa Do Psicólogo, 2003.

Loan, R.; Bagiellae, P. Religion, Spirituality, And Medicine. Lancet 1999; 353:664-667. .Pargament K. The Psychology Of Religion And Coping: Theory, Research, Practice. New York: The Guilford Press, 2001.

Sanchis, P.(Org.). Fiéis e cidadãos:percursos do sincretismo no Brasil. RJ: Eduerj, 2001.

Tillich, P. A coragem de ser. Rio de Janeiro: Paz & Terra, 1972.

World Health Organization. Amendments to the Constitution. 07 de abril de 1999.

ZAIDHAFT, S. Morte e formação médica. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1991.




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