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Comisso de Internato


 

 

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO
CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
FACULDADE DE MEDICINA


O internato na Faculdade de Medicina da UFRJ


1- Definições institucionais.

1.1. O internato é o estágio obrigatório em serviços de saúde destinado a complementar e aprimorar os atos médicos e conhecimentos apreendidos nos períodos anteriores do curso de graduação.

1.2. As atividades do internato devem ser de caráter essencialmente prático, sob supervisão docente.

1.3. Deve-se durante o internato promover a integração do estudante em equipes multiprofissionais de saúde, desenvolver atitudes éticas do exercício profissional, bem como atender aos demais objetivos do curso médico desta Faculdade.

2. Áreas e Duração

2.1. Segundo normas do Conselho Departamental, homologadas pela Congregação da Faculdade de Medicina, o Internato terá a duração de 3 semestres letivos.

2.2. Nos dois primeiros semestres o Internato será cumprido rotativamente em Clínica Médica, Cirurgia, Ginecologia e Obstetrícia e Pediatria.

2.3. O último semestre deverá ser cumprido, por opção do aluno, em uma das quatro grandes áreas da medicina: Clínica Médica, Cirurgia, Ginecologia e Obstetrícia e Pediatria.

2.4. Todos os Departamentos da Faculdade de Medicina integram as atividades do Internato, em programação coordenada pelos Departamentos das quatro grandes áreas do Internato.

2.5. O planejamento do Internato é responsabilidade dos Departamentos das quatro grandes áreas ( Clínica Médica, Cirurgia, Ginecologia e Obstetrícia e Pediatria ), devendo ser homologado pelo Conselho Departamental.

2.6. A responsabilidade de execução e controle do Internato estará a cargo da Comissão de Internato constituída por um representante de cada um dos Departamentos envolvidos, de um representante do Corpo Discente de cada período do Internato, sob a presidência do Coordenador de Graduação da Faculdade de Medicina.

2.7. O treinamento em Serviço de Emergência é indispensável e obrigatório ao estudante, visando principalmente ao desempenho de habilidades no atendimento de casos que impliquem na integração das diversas áreas do conhecimento médico, devendo ser planejado preferencialmente ao longo do Internato, sendo obrigatório um tempo mínimo de seis meses, em atividade semanal de 12 horas, pelo menos. Este estágio poderá ser realizado antes do Internato, desde que se respeite o.pré-requisito mínimo de já terem sido cursados o PCI Medicina Interna III e a disciplina Clinica Pediátrica I.

3. Locais.

3.1. O Internato será realizado preferentemente em Instituições da UFRJ ou naquelas que tenham convênio para este fim com a Faculdade de Medicina, respeitadas as normas das Resoluções números 9/83 e 1/89 do CFE.

3.2- Definiram-se como adequados os estágios realizados nas emergências oficiais dentro do Municipio do Rio de Janeiro ( Municípais, Estaduais, Federais e HUCFF ).

4. Duração e Freqüência.

4.1. O Internato terá início em janeiro ou julho ao final de cada semestre letivo, e término em dezembro ou junho, respectivamente.

4.2. É obrigatória a freqüência integral devendo o total de horas de estágio curricular de cada interno corresponder à carga horária global do Programa de Internato.

4.3. No caso de faltas justificadas, a carga horária global exigida no Internato será cumprida integralmente, segundo critérios estabelecidos pela Comissão de Internato.

4.4. Os alunos não terão direito a férias durante o internato.

5. Modelo de Internato

5.1. A fase rotatória do Internato será cumprida em períodos de 12 semanas3 em cada uma das quatro grandes áreas ( Clínica Médica, Cirurgia, Ginecologia e Obstetrícia e Pediatria ), em seqüência que dependerá da opção do aluno e das disponibilidades dos Serviços onde o treinamento for realizado.

5.2. A fase eletiva, último semestre do Internato, poderá ser cumprida em uma das quatro grandes áreas ( Clínica Médica, Cirurgia, Ginecologia e Obstetrícia e Pediatria ) em período de 20 semanas. A partir de 23 de novembro de 2006, por decisão da Comissão de Internato e aprovada pela Congregação, foi incluída a possibilidade do aluno optar pelo Internato em Medicina da Família e Comunidade durante as 20 semanas ou durante 10 semanas, em qualquer uma das 4 grandes áreas anteriores.

5.3- Durante o Internato Eletivo o aluno poderá ser remunerado desde que existam recursos disponíveis para tal. Para o 2ºsemestre de 2001 os recursos serão provenientes do HUCFF e IPPMG.

6. Carga horária

6.1. A carga horária semanal mínima será de 40 horas.

6.2. A carga horária semanal, incluindo os plantões, não deverá ultrapassar 56 horas.

6.3. Os plantões serão no máximo de 24 horas semanais.

6.4-Os Internos que forem remunerados terão que obrigatoriamente cumprir parte de sua carga horária em plantões. Visitas às enfermarias nos fins de semana e feriados estão incluídos no programa do Internato Eletivo em escala a ser elaborada pelos coordenadores.

6.5-Os Internos poderão ser liberados para atividades acadêmicas e plantões fora da UFRJ no máximo em 8 horas de sua carga horária, desde que devidamente comprovados e não interfiram com o desenvolvimento do seu programa.

7. Inscrição

7.1. A inscrição no Internato só será confirmada quando o aluno tiver sido aprovado em todas as Disciplinas obrigatórias do Curso Médico.

7.2-O aluno só poderá se inscrever no rotatório seguinte se tiver sido aprovado no anterior, salvo exceções que serão examinadas pela Coordenação Adjunta de Graduação.

8. Metodologia de ensino.

8.1. O Internato é por definição treinamento em serviço, intensivo, contínuo e sob supervisão.

8.2. A metodologia deste treinamento em serviço será definida pelos Departamentos.

8.3. As atividades suplementares serão prioritariamente as que permitam a participação ativa dos alunos ( sessões, discussões de casos clínicos, seminários), e aulas, não podendo ultrapassar 20% da carga horária de acordo com o parágrafo 1º do Art.7º das Diretrizes Curriculares.

8.4. É recomendável a participação constante do interno nos programas de educação continuada do corpo clínico da Instituição e nas atividades de pesquisa.

8.5- Durante o Internato Eletivo não poderão ser cursadas disciplinas de escolha condicionada, com exceção de PINC.

9. Avaliação

9.1. O interno deverá ser submetido a avaliações periódicas incluindo provas de conhecimentos, habilidade e atitudes, conforme a natureza, os objetivos e a duração dos diferentes estágios que compõem o programa do Internato.

9.2. Ao término de cada Internato Rotatório ou Eletivo os Departamentos responsáveis %Dnviarão à Faculdade de Medicina a menção de aprovado ou reprovado para os internos daquele período.,pelo exposto no item 7.2.

9.3. A inscrição no último semestre, correspondente à fase eletiva do Internato, exigirá como pré-requisito a aprovação nas quatro fases rotatórias do Internato.

 

DÉCIMO E DÉCIMO PRIMEIRO PERÍODOS INTERNATOS ROTATÓRIOS

 

 

REQUISITO CURRICULAR

OBRIGATÓRIO

 

CÓDIGO

 

DURAÇÃO

(SEMANAS)

 

CARGA

HORÁRIA

 

CRÉDITOS

 

INTERNATO ROTATÓRIO A

(CLÍNICA MÉDICA)

 

FMMU21

 

12

 

480 H

 

16

 

INTERNATO ROTATÓRIO B

(CIRURGIA)

 

FMCU22

 

12

 

480 H

 

16

 

INTERNATO ROTATÓRIO C

(PEDIATRIA)

 

FMIU23

 

12

 

480 H

 

16

 

INTERNATO ROTATÓRIO D

(GINECO-OBSTETRÍCIA)

 

FMGU24

 

12

 

480 H

 

16

 

TOTAL

 

 

 

48

 

1920 H

 

64

 

 

DÉCIMO SEGUNDO PERÍODO

 

 

 

REQUISITO CURRICULAR

OBRIGATÓRIO

 

CÓDIGO

 

DURAÇÃO

(SEMANAS)

 

CARGA

HORÁRIA

 

CRÉDITOS

 

PRÉ-REQUISITOS

 

INTERNATO EM CIRURGIA

 

FMCU12

 

20

 

800 H

 

26

 

FMMU21, FMCU22,

FMIU23, FMGU24

 

INTERNATO EM CLÍNICA MÉDICA

 

FMMU12

 

20

 

800 H

 

26

 

FMMU21, FMCU22, FMIU23,` FMGU24

 

INTERNATO EM PEDIATRIA

 

FMIU12

 

 

20

 

800 H

 

26

 

FMMU21, FMCU22, FMIU23, FMGU24

 

INTERNATO EM GINECOLOGIA

E OBSTETRÍCIA

 

FMGU12

 

20

 

800 H

 

26

 

FMMU21, FMCU22, FMIU23, FMGU24

INTERNATO EM MEDICINA DA FAMÍLIA E COMUNIDADE

 

FMWU12

 

20

 

800

 

26

FMMU21, FMCU22, FMIU23, FMGU24

 

TOTAL

 

 

 

 

20

 

800 H

 

26

 



11 programas de cada Internato atualmente em vigor na Faculdade de Medicina da UFRJ

DISCIPLINA: Internato Rotatório A ( Clínica Médica) CÓDIGO: FMMU21

DEPARTAMENTO: Clínica Médica
PRÉ-REQUISITOS: aprovação em todas as Disciplinas e PCIs obrigatórios do curso médico, inclusive os Internatos anteriores
COORDENADOR: professora Cristiane Alves Villela Nogueira
TOTAL DE VAGAS POR SEMESTRE LETIVO: 96 alunos
NÚMERO DE TURMAS POR SEMESTRE LETIVO: 2 turmas
DURAÇÃO DO CURSO: 12 semanas
HORÁRIO: segundas, terças, quartas, quintas e sextas de 8:00 às 12:00 horas e de 13:00 às 17:00 horas, com exceção de 2 turnos livres para plantão comprovado.
CARGA HORÁRIA POR ALUNO: PRÁTICA: 480 horas.
NÚMERO DE CRÉDITOS: 16 créditos
CARGA HORÁRIA DOCENTE TOTAL: 3000 horas
EMENTA:
Estágio curricular sob a forma de treinamento em serviço, sob supervisão docente e com responsabilidade progressiva na grande área da Clínica Médica.
OBJETIVOS:
Aprimorar atos médicos e completar conhecimentos obtidos ao longo do curso de graduação na grande área da Clínica Médica, com vistas à formação do médico geral. Promover a integração do estudante com equipes multiprofissionais de saúde; desenvolver atitudes éticas do exercício profissional.
PROGRAMA:
Grandes temas de Clínica Médica: insuficiência respiratória; insuficiência cardíaca; insuficiência renal; insuficiência hepática; choque; hipertensão arterial; diabetes mellitus; anemias; infecção urinária e respiratória; comas e doença cérebro-vascular.
METODOLOGIA:
Treinamento prático em serviço nos ambulatórios de Clínica Médica e diferentes especialidades clínicas, em enfermarias do serviço de Emergência, na Unidade Intermediária do serviço de Cirurgia e no setor de Atendimento Clínico-cirúrgico, sob supervisão docente. Seminários versando sobre os grandes temas de Clínica Médica.

AVALIAÇÃO:
Prova discursiva versando sobre casos clínicos realizada ao final do treinamento; avaliação individual por cada supervisor nas diversas atividades realizadas pelo aluno.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Harrison%9s - Principles of Internal Medicine, 13ª ed., New York: Mc Graw Hill, 1994.
Cecil%9s Textbook of Medicine, 20ª ed., W.S. Saunders Company, 1996.

DISCIPLINA: Internato Rotatório B (Cirurgia) CÓDIGO: FMCU22

DEPARTAMENTO: Cirurgia
PRÉ-REQUISITOS: aprovação em todas as Disciplinas e PCIs obrigatórios do curso médico, inclusive os Internatos anteriores
COORDENADOR: professor César Silveira Claudio da Silva.
TOTAL DE VAGAS POR SEMESTRE LETIVO: 96 alunos
NÚMERO DE TURMAS POR SEMESTRE LETIVO: 2 turmas DURAÇÃO DO CURSO: 12 semanas
HORÁRIO: segundas, terças, quartas, quintas e sextas de 8:00 às 12:00 e de 13:00 às 17:00 horas, com exceção de dois turnos livres para plantão comprovado
CARGA HORÁRIA POR ALUNO: PRÁTICA: 480 horas
NÚMERO DE CRÉDITOS: 16 créditos
CARGA HORÁRIA DOCENTE TOTAL: 3000 horas
EMENTA:
Estágio curricular sob a forma de treinamento em serviço, sob supervisão docente, com finalidade de aprimorar atos médicos e conhecimentos adquiridos em períodos anteriores do curso de graduação, estimulando a responsabilidade progressiva na grande área da Cirurgia.
OBJETIVOS:
Aprimorar atos médicos e completar conhecimentos obtidos ao longo do curso de graduação na grande área da Cirurgia, com vistas à formação do médico geral. Objetiva, também, possibilitar o desenvolvimento e o hábito de uma atuação médica integrada, não apenas entre outros profissionais médicos, mas, também, com os demais elementos que compõem a equipe de saúde, estimulando o desenvolvimento de atitudes éticas do exercício profissional.
PROGRAMA:
Resposta endócrina e metabólica ao trauma. Equilíbrio hidro-eletrolítico e ácido-base. Infecção em Cirurgia. Preparo pré-operatório. Preparo psicológico do paciente cirúrgico. Cicatrização das feridas. Preparo pré-operatório e manuseio pós-operatório nas cirurgias do esôfago, estômago, duodeno, cólon e reto. Conceito de técnica e tática cirúrgica nas cirurgias do tubo digestivo, fígado, vias biliares e pâncreas, aparelho urinário, hérnias da parede abdominal. Pré e pós-operatório de pacientes diabéticos e hipertensos; de pacientes com distúrbios respiratórios. Uso de sondas e catéteres, ostomias e drenos. Risco cirúrgico sob o ponto de vista anestesiológico. Sedação e analgesia pós-operatória no paciente crítico e do CTI. Manuseio dos ventiladores mecânicos. Etapas da anestesia geral. Bloqueios periféricos. Sala de recuperação pós-anestésica.
METODOLOGIA:
Treinamento em serviço, intensivo, contínuo e sob supervisão docente Essas atividades requerem a participação ativa do aluno, tais como acompanhamento dos pacientes em enfermarias, atendimento ambulatorial, discussão de casos clínicos, sessões de revistas e atuação no Centro Cirúrgico, na qualidade de auxiliares, de procedimentos cirúrgicos específicos. Vídeo-cirurgias comentadas.

AVALIAÇÃO:
Verificação do aprendizado através de teste escrito, com respostas abertas, realizado ao final do estágio, diretamente relacionado com os assuntos da vivência diária nas enfermarias de cirurgia, seminários, e sessões de vídeo-cirurgia. Avaliação de desempenho.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1- Barash, PG. Clinical Anesthesia. 2ª ed. J.B. Linppincott. 1994.
2- Barbosa, H. Controle Clínico do Paciente Cirúrgico. 6ª ed. Ed. Atheneu. 1986.
3- Barroso, FL & Vieira, OM. Abdome Agudo Não Traumático. Novas Propostas. 1ª ed. Robe Editorial. 1995.
4- Bogossian, L. Manual Prático de Pré e Pós-operatório. MEDSI. 1987.
5- Condon, R. & Nyhus, LM. Manual of Surgery Therapeutic. 7ª ed. Ed. Atheneu. 1995.
6- Manica, JT. Anestesiologia. Princípios e Técnicas. 2ª ed. Artes Médicas. 1994.
7- Papper, S. & William, GR. Manual de Assistência Clínica ao Paciente Cirúrgico. 2ª ed. MEDSI. 1984.
8- Riela, MA. Suporte Nutricional. 2ª ed. Ed. G.Koogan. 1993.
9- Sabinston Jr., DC. Textbook of Surgery. 14ª ed. W.B. Saunders C. 1995.
10-Schwartz, S.I., Shires, GT, Spencer, FC, Stores, EM. Principles of Surgery. 6ª ed. Ed. G. Koogan. 1994.
11-Zanon, U. Infecções Hospitalares. MEDSI. 1987.

DISCIPLINA: Internato Rotatório C ( Pediatria) CÓDIGO: FMIU23

DEPARTAMENTO: Pediatria
PRÉ-REQUISITOS: aprovação em todas as Disciplinas e PCIs obrigatórios do curso, inclusive os Internatos anteriores.
COORDENADOR: professora Ekaterine Simões Goudoris.
TOTAL DE VAGAS POR SEMESTRE LETIVO: 96 alunos
NÚMERO DE TURMAS POR SEMESTRE LETIVO: 2 turmas
DURAÇÃO DO CURSO: 12 semanas
HORÁRIO: segundas, terças, quartas, quintas e sextas de 8:00 às 12:00 e de 13 às 17:00 horas, exceto 2 turnos livres para plantão comprovado.
CARGA HORÁRIA POR ALUNO: PRÁTICA: 480 horas NÚMERO DE CRÉDITOS: 16 créditos
CARGA HORÁRIA DOCENTE TOTAL: 3000 horas
EMENTA:
Estágio curricular sob a forma de treinamento em serviço, sob supervisão docente e com responsabilidade progressiva na grande área da Pediatria.
OBJETIVOS:
Aprimorar atos médicos e completar conhecimentos obtidos ao longo do curso de graduação na grande área da Pediatria, com vistas à formação do médico geral.
PROGRAMA:
Aleitamento materno, crescimento e desenvolvimento, imunizações, terapia de reidratação oral, infecções respiratórias agudas, doenças exantemáticas, desnutrição, orientação para o desmame, piodermites , parasitoses intestinais , asfixia perinatal, prematuridade. Treinamento em berçário, alojamento conjunto, ambulatório geral, enfermarias, emergência e unidades de atenção primária (Puericultura).
METODOLOGIA:
Seminários; sessões clínicas; conferências (Centro de Estudos ); tutoramento (discussão em grupos pequenos).
Atividades de prática assistencial aos pacientes de ambulatório, emergência, enfermaria, berçário e alojamento conjunto; execução de procedimentos práticos tais como : punção venosa, punção lombar, punção pleural, coleta de sangue para hemocultura , aspiração e colocação de sonda nasogástrica.

AVALIAÇÃO:
Prova escrita final ( peso 6 ); uma avaliação prática na enfermaria (peso 3); mais uma nota da apresentação de seminário ( peso 1 ). A avaliação do curso pelos alunos é feita através de um questionário, sem identificação do aluno, que é aplicado imediatamente após a prova escrita final.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1) Behrman, RE; Kliegman, RM; Arvin, AM : Nelson - Textbook of Pediatrics - 15 th edition; Philadelphia, W.B. Saunders ; 1996
2) Pernetta, C. : Semiologia Pediátrica ; 4a. Edição, Interamericana, Rio de Janeiro, 1980
3) Krugman, S.; Katz .S.; Gershon, A.A.; Wilfert,.C.M.: Doenças infecciosas em Pediatria ; 8a. edição, livraria Atheneu Editora; Rio de Janeiro- São Paulo; 1991
4) Carvalho, E.S. ; Carvalho, W.B. : Terapêutica e Prática Pediátrica ; 1a. edição; Editora Atheneu ; São Paulo; 1996
5) Ministério da Saúde : Manual de Ações Básicas de Saúde em Pediatria ; Brasília - DF ; 1995
6) Marcondes,.E. : Pediatria Básica ; 8a. Edição; Sarvier, São Paulo 1991
7) Aires, V.L.T. & Rodrigues, C.R. : Rotinas de Pediatria - I - IPPMG/UFRJ -2a. Edição ; Editora Cultura
Médica, Rio de Janeiro , 1995
8) Klaus & Fanaroff: Alto risco em Neonatologia - 4a edição; Editora Guanabara Koogan, Rio de Janeiro,
1995

DISCIPLINA: Internato Rotatório D ( Ginecologia e Obstetrícia) CÓDIGO: FMGU24

DEPARTAMENTO: Ginecologia e Obstetrícia
PRÉ-REQUISITOS: aprovação em todas as Disciplinas e PCIs obrigatórios do curso, inclusive os Internatos anteriores.
COORDENADORES: professores Jacir Luiz Balen ( Ginecologia, Instituto de Ginecologia),Renato Ferrari (Ginecologia, HUCFF ), Luiz Guilherme Pessoa da Silva (Obstetrícia, Maternidade Escola) .
TOTAL DE VAGAS POR SEMESTRE LETIVO: 96 alunos
NÚMERO DE TURMAS POR SEMESTRE LETIVO: 2 turmas DURAÇÃO DO CURSO: 12 semanas
HORÁRIO: segundas, terças, quartas, quintas e sextas de 8:00 às 12:00 e de 13:00 às 17:00 horas, com exceção de dois turnos livres; um período semanal de 24 horas para plantão na Maternidade Escola, durante 6 semanas
CARGA HORÁRIA POR ALUNO: PRÁTICA: 480 horas
NÚMERO DE CRÉDITOS: 16 créditos
CARGA HORÁRIA DOCENTE TOTAL: 3000 horas

EMENTA:
Estágio curricular sob a forma de treinamento em serviço, sob supervisão docente e com responsabilidade progressiva na grande área da Ginecologia e Obstetrícia.

OBJETIVOS:
Aprimorar atos médicos e completar conhecimentos obtidos ao longo do curso de graduação na grande área da Ginecologia e Obstetrícia, com vistas à formação do médico geral.
PROGRAMA:
Atividade ambulatorial geral e especializada no acompanhamento do ciclo evolutivo da mulher e suas intercorrências (avaliação clínica, propedêutica instrumental, diagnóstico e tratamento); acompanhamento clínico e cirúrgico das pacientes nas enfermarias ; plantões na Maternidade Escola.

METODOLOGIA:
Acompanhamento do atendimento clínico e cirúrgico; execução de procedimentos em ambulatório, enfermaria e plantão.

AVALIAÇÃO:
Prova prático-oral nos diferentes setores. A nota final é a média aritmética das avaliações.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Rezende, J. de - Obstetrícia. 7 ed. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 1995.
Halbe, H.W. - Tratado de Ginecologia, segundo volume . 2 ed. - São Paulo, Roca, 1994.

DISCIPLINA: Internato Eletivo em Cirurgia CÓDIGO: FMCU12

DEPARTAMENTO: Cirurgia
PRÉ-REQUISITOS: Internato Rotatório A, FMMU21, Internato Rotatório B, FMCU22, Internato Rotatório C, FMIU23 e Internato Rotatório D, FMGU24
COORDENADOR: professor Silvio Henriques da Cunha.
TOTAL DE VAGAS POR SEMESTRE LETIVO: 25 alunos
NÚMERO DE TURMAS POR SEMESTRE LETIVO: 1 turma
DURAÇÃO DO CURSO: 20 semanas
HORÁRIO: segundas, terças, quartas, quintas e sextas de 8:00 às 12:00 e de 13 às 17:00 horas, exceto 2 turnos livres para plantão comprovado.
CARGA HORÁRIA POR ALUNO: PRÁTICA: 800 horas NÚMERO DE CRÉDITOS: 26 créditos
CARGA HORÁRIA DOCENTE TOTAL: 1600 horas
EMENTA:
Estágio curricular sob a forma de treinamento em serviço, sob supervisão docente, objetivando aprimorar atos médicos, desenvolver a prática dos conhecimentos adquiridos durante o curso de graduação e estimular a responsabilidade progressiva na grande área da Cirurgia.
OBJETIVOS:
Aprimorar atos médicos e completar conhecimentos obtidos ao longo do curso de graduação na grande área da Cirurgia, com vistas à formação do médico geral; desenvolver raciocínio diagnóstico; tratar e adotar medidas preventivas direcionadas às patologias cirúrgicas mais freqüentes no país; integrar o aluno com outros profissionais da área de saúde; desenvolver formação ético-profissional.
PROGRAMA:
Resposta endócrina e metabólica ao trauma. Equilíbrio hidro-eletrolítico e ácido-base. Infecção em Cirurgia. Preparo pré-operatório. Preparo psicológico do paciente cirúrgico. Cicatrização das feridas. Preparo pré-operatório e manuseio pós-operatório nas cirurgias do esôfago, estômago, duodeno, cólon e reto. Conceito de técnica e tática cirúrgica nas cirurgias da tireóide, tubo digestivo, fígado, vias biliares e pâncreas, aparelho urinário, hérnias da parede abdominal. Pré e pós-operatório de pacientes diabéticos e hipertensos; de pacientes com distúrbios respiratórios. Uso de sondas e catéteres, ostomias e drenos. Risco cirúrgico sob o ponto de vista anestesiológico. Sedação e analgesia pós-operatória no paciente crítico e do CTI. Manuseio dos ventiladores mecânicos. Etapas da anestesia geral. Bloqueios periféricos. Sala de recuperação pós-anestésica.

METODOLOGIA:
Treinamento em serviço, intensivo, contínuo e sob supervisão docente. Destaca-se o caráter eminentemente prático no acompanhamento dos pacientes em enfermarias, ambulatórios e nas participações ativas, como auxiliares, dos procedimentos cirúrgicos desenvolvidos nas salas de cirurgias. Participação nas discussões de casos clínicos, sessões de revistas, seminários e sessões clínicas. Vídeo-cirurgias.
AVALIAÇÃO:
Prova prática individual, ao final do estágio, constando de exame de doente no leito, acrescido de debate sobre hipóteses diagnósticas e abordagem clínico-cirúrgica do paciente. Avaliação de desempenho.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1- Barash, PG. Clinical Anesthesia. 2ª ed. J.B. Linppincott. 1994.
2- Barbosa, H. Controle Clínico do Paciente Cirúrgico. 6ª ed. Ed. Atheneu. 1986.
3- Barroso, FL & Vieira, OM. Abdome Agudo Não Traumático. Novas Propostas. 1ª ed. Robe Editorial. 1995.
4- Bogossian, L. Manual Prático de Pré e Pós-operatório. MEDSI. 1987.
5- Condon, R. & Nyhus, LM. Manual of Surgery Therapeutic. 7ª ed. Ed. Atheneu. 1995.
6- Manica, JT. Anestesiologia. Princípios e Técnicas. 2ª ed. Artes Médicas. 1994.
7- Papper, S. & William, GR. Manual de Assistência Clínica ao Paciente Cirúrgico. 2ª ed. MEDSI. 1984.
8- Riela, MA. Suporte Nutricional. 2ª ed. Ed. G.Koogan. 1993.
9- Sabinston Jr., DC. Textbook of Surgery. 14ª ed. W.B. Saunders C. 1995.
10-Schwartz, S.I., Shires, GT, Spencer, FC, Stores, EM. Principles of Surgery. 6ª ed. Ed. G. Koogan. 1994.
11-Zanon, U. Infecções Hospitalares. MEDSI. 1987.

DISCIPLINA: Internato Eletivo em Clínica Médica CÓDIGO: FMMU12

DEPARTAMENTO: Clínica Médica
PRÉ-REQUISITOS: Internato Rotatório A, FMMU21, Internato Rotatório B, FMCU22, Internato Rotatório C, FMIU23 e Internato Rotatório D, FMGU24
COORDENADOR: professora Maria Lúcia Pimentel
TOTAL DE VAGAS POR SEMESTRE LETIVO: 55 alunos
NÚMERO DE TURMAS POR SEMESTRE LETIVO: 1 turma
DURAÇÃO DO CURSO: 20 semanas
HORÁRIO: segundas, terças, quartas, quintas e sextas de 8:00 às 12:00 e de 13 às 17:00 horas, exceto 2 turnos livres para plantão comprovado.
CARGA HORÁRIA POR ALUNO: PRÁTICA: 800 horas
NÚMERO DE CRÉDITOS: 26 créditos
CARGA HORÁRIA DOCENTE TOTAL: 3000 horas
EMENTA:
Estudo das enfermidades dos vários aparelhos e sistemas mais prevalentes na população adulta brasileira, com ênfase no diagnóstico, tratamento e medidas profiláticas, sob a forma de treinamento em serviço, sob supervisão docente, na grande área da Clínica Médica.
OBJETIVOS:
Capacitar o aluno para reconhecer e resolver as doenças prevalentes; encaminhar de modo adequado os casos que apresentem doenças raras; promover integração e aplicação dos conhecimentos adquiridos nos períodos anteriores de graduação, através das atividades práticas; ampliar os seus conhecimentos a partir da motivação despertada pelo contato e responsabilidade com o paciente; adquirir ou adestrar-se nas técnicas e habilidades necessárias à atividade médica; desenvolver atitude crítica em relação à questão custo-benefício no cuidado a cada paciente, considerando os aspectos socioeconômicos do indivíduo e da comunidade; desenvolver atitudes referentes à ética quanto à relação com o paciente, bem como em relação à equipe de saúde.
PROGRAMA:
1- Enfermidades do aparelho cardiovascular: hipertensão arterial, cardiopatia isquêmica, insuficiência cardíaca, arritmias, lesões orovalvulares adquiridas e doença tromboembólica.
2- Enfermidades do aparelho respiratório: insuficiência respiratória aguda; doenças pulmonares obstrutivas crônicas; tuberculose pulmonar; câncer de pulmão; infarto pulmonar.
3- Enfermidades do aparelho digestivo: hepatites agudas e crônicas; cirrose hepática; insuficiência hepática; úlcera péptica; neoplasias; pancreatites; doenças inflamatórias específicas e inespecíficas do delgado e do cólon.
4- Enfermidades do aparelho urinário: insuficiência renal aguda e crônica; infecção urinária; glomerulonefrite aguda; distúrbios hidrossalinos.
5- Enfermidades do sistema endócrino e distúrbios metabólicos: diabetes mellitus; hipotireoidismo; hipertireoidismo; obesidade.
6- Enfermidades do sistema linfo-hemopoiético: anemias; linfomas.
7- Enfermidades do sistema ósteo-muscular-articular e ligamentoso: lombalgia; artrites metabólicas; lúpus eritematoso sistêmico; artrite reumatóide; febre reumática.
8- Enfermidades do sistema nervoso: acidente vascular encefálico; meningoencefalites; polineuropatias.
9- Enfermidades infecto-parasitárias: helmintíases e protozooses intestinais; pneumonias agudas; síndrome de imunodeficiência adquirida; estreptococcias; septicemias; infecções hospitalares; dengue; leptospirose; utilização adequada de antibióticos; endocardite bacteriana.

METODOLOGIA:
Treinamento em serviço, sob supervisão docente. O aluno faz parte da equipe de saúde nas atividades das enfermarias e dos ambulatórios, participando ativamente do atendimento aos pacientes da Instituição e da discussão de casos clínicos. As atividades de sala de aula restringem-se a pequenos blocos de revisão de temas referentes às patologias que estão sendo vistas.

AVALIAÇÃO:
Avaliação prática que consta de coleta de anamnese, discussão diagnóstica e terapêutica, com peso 2 na nota final; avaliação teórica com prova escrita baseada em casos clínicos com questões abertas e valendo peso 2 na nota final; avaliação de atitudes e habilidades feita pelo docente responsável pelo aluno ao longo do período de permanência nas enfermarias com peso 1 na nota final.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Harrison%9s - Principles of Internal Medicine, 13ª ed., New York: Mc Graw Hill, 1994.
Cecil%9s Textbook of Medicine, 20ª ed., W.S. Saunders Company, 1996.

DISCIPLINA: Internato Eletivo em Pediatria CÓDIGO: FMIU12

DEPARTAMENTO: Pediatria
PRÉ-REQUISITOS: Internato Rotatório A, FMMU21, Internato Rotatório B, FMCU22, Internato Rotatório C, FMIU23 e Internato Rotatório D, FMGU24
COORDENADOR: professora Ana Lúcia Ferreira
TOTAL DE VAGAS POR SEMESTRE LETIVO: 25 alunos DURAÇÃO DO CURSO: 20 semanas
HORÁRIO: segundas, terças, quartas, quintas e sextas de 8:00 às 12:00 e de 13 às 17:00 horas, exceto 2 turnos livres para plantão comprovado
CARGA HORÁRIA POR ALUNO: PRÁTICA: 800 horas NÚMERO DE CRÉDITOS: 26 créditos
CARGA HORÁRIA DOCENTE TOTAL: 2000 horas
EMENTA:
Estágio curricular sob a forma de treinamento em serviço, sob supervisão docente e com responsabilidade progressiva, na grande área de Pediatria.
OBJETIVOS:
Capacitar o aluno, através de treinamento em serviço com supervisão, a diagnosticar e tratar as doenças mais comuns do nosso meio; a elaborar hipóteses diagnósticas apropriadas; a referir às especialidades os casos mais complexos, visando a formação de um pediatra geral.
PROGRAMA:
Participação em sessões clínicas, atividades do Centro de Estudos, discussões de casos nas enfermarias e ambulatórios. Participação na assistência a crianças em enfermarias, ambulatórios, emergência e berçário.

METODOLOGIA:
Prática de enfermaria, emergência, ambulatório, berçário ( atendimento clínico e realização de procedimentos práticos); discussões dos casos atendidos na prática; canal teórico específico para o Internato eletivo; atividades do IPPMG: sessão clínica e Centro de Estudos.

AVALIAÇÃO:
Média das avaliações feitas pelos supervisores nos setores onde os alunos estagiam a cada mês ( peso 1). Prova escrita ao final do estágio (peso 1).

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1) Behrman, RE; Kliegman, RM; Arvin,AM : Nelson - Textbook of Pediatrics - 15 th edition; Philadelphia, W.B. Saunders ; 1996
2) Pernetta, C. : Semiologia Pediátrica ; 4a. Edição, Interamericana, Rio de Janeiro, 1980
3) Krugman, S.; Katz.S.;Gershon, A.A.; Wilfert,.C.M.: Doenças infecciosas em Pediatria ; 8a. edição, Livraria Atheneu Editora; Rio de Janeiro- São Paulo; 1991
4) Carvalho, E.S. ; Carvalho, W.B. : Terapêutica e Prática Pediátrica ; 1a. edição; Editora Atheneu ; São Paulo; 1996
5) Ministério da Saúde : Manual de Ações Básicas de Saúde em Pediatria ; Brasília - DF ; 1995
6) Marcondes,.E. : Pediatria Básica ; 8a. Edição; Sarvier, São Paulo 1991
7) Aires, V.L.T. & Rodrigues, C.R. : Rotinas de Pediatria - I - IPPMG/UFRJ -2a. Edição ; Editora Cultura
Médica, Rio de Janeiro , 1995
8) Klaus & Fanaroff: Alto risco em Neonatologia - 4a edição; Editora Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 1995

DISCIPLINA: Internato Eletivo em Ginecologia e Obstetrícia CÓDIGO: FMGU12

DEPARTAMENTO: Ginecologia e Obstetrícia
PRÉ-REQUISITOS: Internato Rotatório A, FMMU21, Internato Rotatório B, FMCU22, Internato Rotatório C, FMIU23 e Internato Rotatório D, FMGU24
COORDENADORES: professores Renato Ferrari ( Ginecologia, HUCFF), Jacir Luiz Balen ( Ginecologia, Instituto de Ginecologia), Luiz Guilherme Pessoa da Silva (Obstetrícia, Maternidade Escola) .
TOTAL DE VAGAS POR SEMESTRE LETIVO: 15 alunos
NÚMERO DE TURMAS POR SEMESTRE LETIVO: 1 turma DURAÇÃO DO CURSO: 20 semanas
HORÁRIO: segundas, terças, quartas, quintas e sextas de 8:00 às 12:00 e de 13 às 17:00 horas, exceto 2 turnos livres para plantão.comprovado.
CARGA HORÁRIA POR ALUNO: PRÁTICA: 800 horas NÚMERO DE CRÉDITOS: 26 créditos
CARGA HORÁRIA DOCENTE TOTAL: 1200 horas
EMENTA:
Estágio curricular sob a forma de treinamento em serviço, sob supervisão docente e com responsabilidade progressiva na grande área da Ginecologia e Obstetrícia.
OBJETIVOS:
Aprimorar atos médicos e completar conhecimentos obtidos ao longo do curso de graduação na grande área da Ginecologia e Obstetrícia, com vistas à formação do médico geral.
PROGRAMA:
Atividade ambulatorial geral e especializada no acompanhamento do ciclo evolutivo da mulher e suas intercorrências (avaliação clínica, propedêutica instrumental, diagnóstico e tratamento); acompanhamento clínico e cirúrgico das pacientes nas enfermarias ; plantões na Maternidade Escola.

METODOLOGIA:
Acompanhamento do atendimento clínico e cirúrgico; execução de procedimentos em ambulatório, enfermaria e plantão.

AVALIAÇÃO:
Prova prático-oral nos diferentes setores. A nota final é a média aritmética das avaliações.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Rezende, J. de , Obstetrícia. 7 ed. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 1995.
Halbe, H.W., Tratado de Ginecologia, segundo volume . 2 ed. - São Paulo, Roca, 1994 -

PROGRAMA DE INTERNATO EM MEDICINA DE FAMÍLIA E DA COMUNIDADE - FMWU12

OBJETIVO GERAL:
- Contribuir para a formação de médicos, capazes de utilizar conhecimentos, habilidades e atitudes necessários ao desempenho da prática da Atenção Primária à Saúde e da Estratégia Programa de Saúde da Família, em consonância com os princípios consagrados pelo Sistema Único de Saúde/SUS.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- conceituar Atenção Primária à Saúde, Saúde Comunitária, Saúde da Família e definir o papel do Médico de Família e Comunidade;
- prevenir, diagnosticar e tratar os problemas de saúde mais freqüentes dos indivíduos, famílias e comunidades;
- desenvolver relação médico-paciente que promova o vínculo com a equipe de saúde local, a responsabilidade e a continuidade da assistência e o comprometimento com os problemas de saúde dos indivíduos, famílias e comunidades;
- utilizar adequadamente os meios diagnósticos e terapêuticos na prática clínica em Atenção Primária à Saúde e desenvolver postura crítica sobre suas indicações e limitações, levando em conta os princípios da medicina baseada em evidências e a relação custo-eficiência dos diversos procedimentos;
- trabalhar com os dados do diagnóstico de situação demográfica, sócio-econômica, cultural, domiciliar e familiar da população local e propor ações médico-sanitárias voltadas para as necessidades identificadas;
- Atuar em equipes multiprofissionais e interdisciplinares em módulo de saúde da família e comunidade, reconhecendo a estrutura e funções da rede local de saúde e as atribuições e responsabilidades dos membros da equipe;
- desenvolver habilidade para o trabalho com grupos sociais, famílias e comunidade com vistas à promoção da saúde;
- identificar de forma crítica o processo gerencial das equipes de saúde locais, sendo capaz de propor e executar ações que aumentem a resolutibilidade do atendimento primário e do uso adequado das referências e contra-referências do sistema de saúde;
- Monitorar a situação de saúde e doença dos indivíduos, famílias e comunidades, indicando as ações mais adequadas para a melhoria da saúde.

DURAÇÃO E HORÁRIO DO INTERNATO:
O programa prevê uma duração de 20 semanas, com uma carga horária total de 800h, funcionando de segundas às sextas feiras de 8 às 17h.

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS:
Conhecimentos gerais: O treinamento do interno será desenvolvido segundo os conhecimentos que se constituem os eixos da prática em Medicina de Família e Comunidade:
- conceitos e princípios relacionados ao ciclo biológico da vida;
- abordagem médica humanizada do indivíduo, família e comunidade, de caráter preventivo e terapêutico, atuando individual e coletivamente;
- vigilância à saúde nos seus componentes epidemiológico, ambiental e sanitário;
- determinantes do processo saúde-doença na concepção bio-psico-social;
- processo multidisciplinar como instrumento de estruturação da interdisciplinaridade;
- princípios e técnicas de educação e promoção de saúde;
- metodologia de investigação clínica e medicina baseada em evidências;
- custo-benefício e efetividade dos exames complementares mais utilizados na medicina geral comunitária e familiar;
- gerência de unidades básicas de saúde e resolubilidade das ações;
- sistemas de informação;
- avaliação de qualidade, de eficiência e de efetividade;
- Sistema Único de Saúde, políticas de saúde e programas de saúde no nível local.
Conhecimentos específicos:
O treinamento abrangerá os seguintes conteúdos de especialidades básicas afins à prática da medicina de família e comunidade:
- Saúde mental: relação médico-paciente, interdisciplinaridade, grupos, famílias, ciclo de vida, psicologia médica, representação social da doença, ansiedade, somatização, depressão, alcoolismo e tabagismo, droga-adição, tratamento ambulatorial do paciente psiquiátrico.
- Saúde da Criança: sinais vitais e avaliação do recém nato, aleitamento materno, alimentação e nutrição, crescimento e desenvolvimento, doenças infecciosas da infância, desidratação, infecções respiratórias, diarréias, anemias, parasitoses, acidentes, violência, epilepsia, alergias, saúde escolar, desenvolvimento e problemas clínicos do adolescente, contexto familiar e gestação na adolescência, saúde bucal, urgências em pediatria.
- Saúde do adulto: sobrepeso e obesidade, hipertensão arterial, doença-isquêmica coronariana e insuficiência cardíaca, dislipidemias, acidente vascular encefálico, diabetes mellitus, afecções ósteo-musculares e reumatológicas, doenças sexualmente transmissíveis/síndrome de imnunodeficiência adquirida, doença pulmonar obstrutiva crônica, alergias, pneumonias, tuberculose, hanseníase, doenças infecciosas e parasitárias, doença péptica, doenças hepáticas, da vesícula biliar, do pâncreas, colopatias, insuficiência venosa crônica, úlceras de perna, insuficiência arterial aguda, doenças da tiróide, distúrbios e infecções do trato urinário, afecções prostáticas, anemias e coagulopatias, saúde bucal, doenças ocupacionais, neoplasias, urgëncias e emergências.
- Saúde da mulher: leucorréia, dismenorréia, cistites, hemorragias, prevenção de câncer de colo uterino e mama, pré-natal, parto e puerpério, sexualidade, contracepção e planejamento familiar, menopausa e climatério, saúde bucal, urgências em obstetrícia.
- Saúde coletiva: epidemiologia clínica, vigilância epidemiológica, sanitária e ambiental, programação e planejamento de saúde, sistemas de informação em atenção básica, equipes mulltiprofissionais, promoção à saúde, ciência sociais em saúde, educação para a saúde, comunicação em saúde, saúde ocupacional.
- Saúde do idoso: abordagem do paciente, reabilitação de distúrbios específicos, atendimento domiciliar, drogas no idoso, distúrbios nutricionais, sexualidade, distúrbios genito-urinários, demência, doença de Parkinson, pneumonia e infecções mais comuns do idoso, câncer de próstata, maus tratos a idosos, saúde bucal.
- Dermatologia: eczemas, pediculoses, acne, erisipela, impetigo, verrugas, micoses, hanseníase e neoplasias.
- Otorrinolaringologia: otalgia, avaliação auditiva, corpo estranho, traumas, vertígens, otites, rinite, sinusites, faringites, amigdalites, estomatites e laringites.
- Oftalmologia: conjuntivites, traumatismos oculares, avaliação da acuidade visual, catarata, glaucoma, retinopatia diabética e hipertensiva.
- Pequena cirurgia: anestesia local, retirada de pontos, tratamento de feridas, drenagem de abscessos.
- Urgência e emergência: parada cárdio-pulmonar, arritmias, infarto, angina, embolia, edema agudo, acidentes vasculares encefálicos, anafilaxia, afogamento, traumatismos, cuidado de ferimentos, corpo estranho, intoxicações, envenenamentos, lesões térmicas e ambientais, afecções ortopédicas traumáticas, condições abdominais agudas, síndromes hemorrágicas, choque.

HABILIDADES E ATITUDES:
O interno deverá desenvolver as seguintes habilidades e atitudes:
- Elaborar história clínica e registro médico orientado por problemas e prontuário familiar; solicitar e interpretar exames complementares para diagnóstico de doenças prevalentes, ler e interpretar heredogramas, avaliar a necessidade de recursos materiais para exercício de sua atividade na localidade, fazer notificações compulsórias e relatórios;
- desenvolver técnicas de entrevistas, anamnese, história clínica orientada por problemas prioritários e utilizar este instrumento para o monitoramento da saúde da família e da comunidade local; avaliar o estado de saúde e executar atividades de promoção e educação para a saúde;
- efetuar consultas ambulatoriais, domiciliares (paciente terminal, idoso, portador de doença crônica incapacitante, pacientes sem possibilidades de locomoção) e de vigilância à saúde;
- realizar procedimentos cirúrgicos de pequena complexidade no ambiente ambulatorial e fazer o primeiro atendimento nos casos de urgência/emergência;
- orientar a manutenção de cânulas, catéteres, sondas, estomas em pacientes crônicos com necessidades especiais de assistência em domicílio;
- diagnosticar, prevenir, assistir e tratar os problemas de saúde e afecções mais comuns do recém nato, da criança, do adolescente, da mulher e da gestante, do adulto e do idoso; identificar e atender as demandas em saúde mental e saúde ocupacional no nível primário;
- assistir ao paciente em situação de urgência/ emergência nas afecções mais freqüentes na criança, adolescente, mulher, adulto e idoso;
- interpretar os resultados de exames complementares mais comuns na assistência básica;
- reconhecer e indicar os procedimentos envolvidos na referência ao nível secundário e terciário;
- selecionar os indicadores para caracterização do perfil das famílias e de seu estado de saúde e doença;
- elaborar as rotinas de coleta, registro, obtenção e análise de informações disponíveis na atenção básica;
- aplicar e monitorar, segundo indicadores, as metas de cobertura e de impacto sobre a situação de saúde e doença das famílias e comunidades locais, indicadores de qualidade dos serviços de atenção primária e familiar;
- selecionar temas e problemas para análise e apresentação em sessões clínicas e científicas; desenvolver capacidade de analisar criticamente artigos científicos;
- atuar em equipe multiprofissional e desenvolver metodologias de supervisão e de educação continuada.

METODOLOGIA:
A proposta didático-pedagógica privilegiará o enfoque do ciclo de vida, partindo-se dos contextos da situação social da criança, do adolescente, do adulto, da mulher, do idoso e da coletividade em termos de condições sócio-econômicas, contexto familiar, graus de autonomia, fisiologia, comportamentos e qualidade de vida. A partir dos critérios identificados na prática desenvolvida nas unidades básicas e na comunidade com as famílias e pacientes, buscando-se identificar a transição do normal para o patológico, caracterizando-se os quadros clínico e epidemiológico envolvidos. Em um trabalho em equipe interdisciplinar se buscará traçar as estratégias de intervenção sobre os determinantes do processo saúde e doença, sobre os riscos, agravos e os danos. Ações de promoção e educação para a saúde, prevenção, assistência e reabilitação estarão sendo executadas usando-se da tecnologia mais apropriada segundo as premissas da atenção primária à saúde.
Dinâmicas e práticas de treinamento em serviço:
- assistência clínica e acompanhamento de doentes internados
- consulta individual, consulta conjunta, interconsulta com especialistas
- atendimento de emergência;
- atividades de grupo e de prevenção e educação;
- visitas domiciliares de consulta, vigilância epidemiológica; planejamento participativo local orientado por problemas;
- atividades comunitárias de promoção à saúde; reuniões de equipe e atividades de educação permanente;
- discussão de casos clínicos, revisão de literatura científica;
- avaliação periódica
- monografia sobre tema escolhido pelo interno.
Dinâmicas e práticas de treinamento específicos:
A- Ambulatórios:
- atendimento de primeira vez e subseqüente referência ao nível secundário, diagnóstico, prognóstico e terapêutica, rotinas e condutas
B- Atividades específicas da estratégia da saúde da família
- cadastramento familiar, diagnóstico de comunidade, mapeamento de risco clínico, epidemiológico, sanitário e ambiental. Sigab/Siab, planejamento local, atividades comunitárias, de educação e de promoção à saúde, relação médico/paciente/família/comunidade, visita domiciliar, referência e contra-referência, avaliação, supervisão, trabalho multidisciplinar, ação intersetorial.

B- Atividades de educação continuada:
- Serão oferecidos, pelo menos 1 seminário sobre os temas: a) investigação epidemiológica, notificação, busca ativa, quimioprofilaxia, índice endêmico, identificação de surtos; B) diagnóstico de saúde, programação de metas, atividades técnicas de educação e promoção, cobertura, impacto, resolutividade e avaliação;

- As atividades de educação continuada serão realizadas com docentes da UFRJ nos locais de funcionamento das equipes de PSF, envolvendo consultas supervisionadas e 1 hora para as atividades de clube de revistas, apresentação de casos e aulas teóricas. Será oferecida uma programação envolvendo todas as especialidades médicas com interface no internato, ou seja, nas áreas de clínica médica, pediatria, gineco-obstetrícia, otorrinolarongologia, oftalmologia, dermatologia, saúde coletiva, cirurgia geral, urologia, geriatria, educação para saúde, educação física, antropologia, ecologia e outras a serem definidas com os alunos, segundo demanda verificada no local.

Serviços e instalações:
Unidades de Saúde da Família da SMS/RJ e/ou Piraí

ACERVO DA BIBLIOTECA
Periódicos: American Journal of Medicine, American Journal of Obstetrics and Gynecology, Anais Brasileiros de Dermatologia, Anais Paulistas de Medicina e Cirurgia, Annals of Internal Medicine, Anuário Estaístico do Brasil, Archives of Dermatology, Archives of Internal Medicine, Archivos de Investigación Medica, Arquivos Brasileiros de Medicina, Arquivos Brasileiros de Pediatria, Brazillian Journal of Infectious Diseases, British Medical Journal, Cadernos de Saúde Píublica, Ciência e saúde Coletiva, Clínica Médica, Clínica Pediátrica, Clinical Therapeutics, Educacion Medica y Salud, Education for Health, Family Practice, Informe Epidemiológico do SUS, International Journal of Healthy Services, JAMA, Jornal Brasileiro de Doenças Sexualmente Transmissíveis, Femina, Jornal Brasileiro de Medicina, Jornal de Pediatria, Journal of Infectious Diseases, Journal of Pediatrics, Lancet, Medical Clinicsof North America, New England Journal of Medicine, Obstetrics and Gynecology, Pediatrics, Salud Publica de Mexico, The Journal of the American Board of Family Practice, tropical and Geographical Medicine.

CORPO DOCENTE

Ana Lucia Ferreira- médica - Mestre em pediatria - 40hDE - FM-UFRJ
Carlos Eduardo Aguillera Campos - médico - doutor em Saúde Pública - 40h - FM-UFRJ
Clotilde Teixeira - enfermeira - Mestre em Saúde Pública - 40h- FM-UFRJ
Dalva Stella Pinheiro da Cruz - pedagoga - 40h - FM-UFRJ
Denise da Silva Mattos - médica - mestre em Clínica Médica - 40h- FM-UFRJ
Eduardo Jorge Rosa Damasceno - médico - especialista em Pediatria - 40h - FM-UFRJ
Grant Wall B Carvalho - médico - Mestre em pediatria - 40h - FM-UFRJ
Marcus Renato de Carvalho- médico - mestre em Pediatria - 40h - FM-UFRJ
Maria Cristina Dias da Silva - enfermeira - 40h - FM-UFRJ
Maria Kátia Gomes - médica - doutor em dermatologia - 40h - FM-UFRJ
Marli Rosa Barreto - médica - mestre em Saúde Pública - 20h - FM-UFRJ
Marli Serzedello - médica - mestre em Ginecologia - 40hDE- FM-UFRJ
Nádia Magalhães Moraes - dentista - 40hDE - doutor em Odontologia
Sérgio Coelho Gomes - médico - especialista em Pediatria - 40h - FM-UFRJ
Vera Lucia Menezes Zisman - enfermeira - 40h- FM-UFRJ
Vera Lucia R C Halfoun - médica - doutor em Clínica Médica- DE - Fac .de Medicina/FM -UFRJ
Vitória Brant - pedagoga - 40h DE- doutor em Educação - NUTES/UFRJ

AVALIAÇÃO
O interno será avaliado em cada um dos estágios segundo a sua capacidade de apreensão de conhecimentos ministrados e o desempenho de habilidades e atitudes previstas em cada estágio supervisionado que realizar ao longo de seu treinamento em serviço.
avaliação de conhecimentos:
- notas de participação em atividades práticas, seminários, apresentação em sessões e discussões de casos
- avaliação de habilidades e atitudes:
- parâmetros: capacidade e desempenho técnico (peso 4), interesse e iniciativa profissional ( peso 2), responsabilidade e assiduidade (peso2), relações humanas com a equipe e com os pacientes (peso 2)
monografia: ao final do programa o interno deverá apresentar uma monografia por escrito sobre tema relevante, obedecendo, metodologicamente, as etapas previstas em investigações científicas. A nota final será dada mediante a avaliação do texto escrito e a apresentação oral para uma banca constituída entre o corpo docente e a equipe local.
nota final:
- nota da avaliação de conhecimentos (peso 3)
- nota da avaliação de habilidades e atitudes (peso 4)
- nota da monografia ( peso 3)

IV) DÚVIDAS MAIS COMUNS DO INTERNO

Pode o Internato ser feito fora das quatro grandes áreas (Cirurgia, Clinica Médica, Pediatria e Ginecologia/Obstetrícia) ?
Não, entretanto existem programas especiais, para os alunos interessados em outras áreas, em cada Departamento e que tem autonomia para elaborá-los dentro de normas preestabelecidas, ciente de que o objetivo maior é a formação do generalista. Consulte os Coordenadores do Internato, para maiores esclarecimentos. Os alunos interessados em fazer parte do programa em área básica ou Psiquiatria, deverão inscrever-se no Internato de Clínica Médica

Afinal, o estágio de emergência é obrigatório? Qual a duração mínima aceita? Qualquer certificado é válido?
Sim é obrigatório e pré-requisito para a conclusão do Curso Médico O estágio de Emergência deverá ter carga horária mínima de 12 horas semanais e 24 semanas de duração (seis meses). No HU isto é possível. Todavia, os Hospitais do Município, do Ministério da Saúde (antigo INAMPS/SUSEME) e do Estado, em geral, estabelecem como requisito para a obtenção do certificado, um estágio com duração mínima de uma ano e por vezes, com plantões de 24 h semanais. Para a Faculdade de Medicina interessa saber se o aluno cumpriu com a exigência mínima, quer seja como estagiário, ou como Bolsista. Somente serão aceitos certificados das Emergências de Instituições Públicas Oficiais e que contenham, pelo menos, as assinaturas do Coordenador do Centro de Estudos e do Diretor do Hospital e/ou do Diretor responsável. Também não serão aceitos certificados contendo apenas a assinatura do Chefe da Emergência, exceto no que se refere ao Hospital Universitário (HUCFF). O estágio da Emergência só será aceito se iniciado a partir do 8º período,após a aprovação no PCI Medicina Interna III e na disciplina Clinica Pediátrica I. O ideal é que fosse feito durante o internato.

Só posso me formar se tiver 16 créditos de disciplinas eletivas?
Sim. Todo aluno, cujo ingresso no Curso Médico ocorreu a partir de 92/1, deverá cumprir 16 créditos em disciplinas de escolha condicionada. Lembramos que a única disciplina de escolha condicionada (DEC) permitida no Internato Eletivo é a Radiologia para o Internato.

Se eu ficar reprovado em uma disciplina no 9º período, ou no Internato Rotatório e ficar com atraso de 12 semanas, poderei prosseguir fora de prazo?
Não.A comissão do Internato da Faculdade de Medicina deliberou, no dia 18/04/97, que a partir do primeiro semestre de 1998 (98/1), não mais haverá possibilidade de entrada fora de prazo. As matrículas serão semestrais.. Deste modo, os Internatos Eletivos somente terão início, duas vezes ao ano, em janeiro ou julho, com término, respectivamente em dezembro ou junho, não havendo mais possibilidade do aluno entrar ou se formar no meio do semestre.

O Internato, ou parte dele pode ser feito no exterior ou em outras Instituições fora da UFRJ?
Não.As normas do Conselho Federal de Educação prevêem a possibilidade do Internato ser cursado em Instituições conveniadas e situadas no distrito geo-educacional do aluno, ou seja, no Rio de Janeiro e uma vez aprovadas pela Congregação da Faculdade de Medicina. Assim, não é permitido, por resolução ministerial (MEC), o Internato no exterior. No âmbito desse Curso Médico, não há convênios com Instituições nacionais ou internacionais e portanto, o Internato só pode ser efetuado na UFRJ.

O Interno tem direito a férias?
NÃO

É possível receber a Carteira do CRM na festa de colação de grau?
Sim. Para tanto, é necessário que sejam cumpridas as seguintes etapas: 1)- Conclusão do Internato Eletivo (após o último dia do Curso previsto no calendário da Faculdade), com envio das notas e registro de freqüência à SEE (Secretaria FM/CCS). Solicitar aos Coordenadores de Internato presteza no encaminhamento das notas 2)- Assinar, sem demora, o diploma, tão logo sejam chamados pela Secretaria da FM; 3)- Marcação da data do Juramento Oficial no CCS. Neste mesmo dia, representantes do CRM estarão recolhendo a documentação necessária e a taxa de inscrição (ver, na Secretaria, lista de documentos necessários) 4)- A seguir a documentação vai à SR-1 para que os diplomas sejam assinados pela Sub-Reitora, retornando à Faculdade de Medicina, cerca de 7 a 10 dias após. Esta encaminha os diplomas ao CRM para registrá-los. No dia da formatura, os representantes do CRM farão a entrega da Carteira Profissional. Por motivos óbvios, no contexto da festa de formatura, e visando preservar os diplomas de perdas ou danos não intencionais, este documento estará disponível para o aluno, na Secretaria da Faculdade de Medicina, após a data da solenidade. A festa de Colação de Grau deverá ser marcada com um intervalo mínimo de 15 dias após o término oficial do Curso. Esta data pode ser obtida na Secretaria da Faculdade de Medicina, já no início do Internato Eletivo.

OUTRAS DÚVIDAS DIRIJA-SE À COORDENAÇÃO DA COAA (Coordenação de Orientação e Acompanhamento Acadêmico)
Prof. Coordenador Marly Serzedello - Assessora para Graduação da Faculdade de Medicina/UFRJ
Bloco K, 2º andar, sala 057.
Tel: 3938-6610 ou 3938-6708

 

Comissão Didática de Graduação Medicina | Comissão de Internato | Câmara de Coordenação de Fisioterapia | Câmara de Coordenação de Fonoaudiologia

 

 


Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Janeiro
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